quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A contradição em pessoa

"Foram três dias em que meu filho chorou quando o deixei na creche. Grudou em meu pescoço e berrou. Foi duro, mas as cuidadoras disseram que ele ficava bem depois. Hoje, ele simplesmente se despediu e entrou feliz. E eu fiquei arrasada".

Ouvi esta história enquanto estava na sala de espera de um consultório. E tenho certeza que você já ouviu algo similar ou mesmo, passou por isso. Para mim, essa é uma alegoria da maternidade.

Sabe quando o bebê está naquela fase grude, em que não pode perder a mãe de vista que abre o berreiro? Ou filho um pouco maior que fala "mãe, mãe, mãe, mãe, mãe, mãe", o dia inteiro? São momentos cansativos, que deixam as mães exauridas, ansiando (desesperadamente) por algumas horas de tranquilidade.

Ouvir filho chorar parte o coração de qualquer mãe. Não importa a situação, não importa a idade da criança, estraçalha a gente por dentro. Mas quando os filhos começam a ficar emocionalmente independentes, viram as costas e seguem felizes com outra pessoa, sem choro, ficamos... desapontadas? magoadas? tristes? um misto destas sensações? 

É lugar comum falar que a maternidade envolve sentimentos contraditórios: o cansaço e o amor intenso, a impaciência e o arrependimento, a ânsia por um beijo e o fastio do grude. E a saudade que bate quando finalmente temos umas horas para nós? 

Conclusão: sou bem ordinária em meus sentimentos como mãe. Encontrei foto minha de seis anos atrás, fotografando no CineMaterna com o Eric, meu caçula, a tiracolo no wrap. Foram seis meses de labuta conjunta e ao final, estava bem cansada. Mas decidir que a dupla estava encerrada e que ele não trabalharia nem viajaria mais comigo foi uma definição tão, tão difícil!

Foto: Karin Michels

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Não vencemos todas as enquetes

Já escrevi sobre isso, mas vira e mexe, a questão volta. É inquietante porque poderíamos optar por um caminho cômodo, o de escolhermos um filme entre os que estão em cartaz, sem tantas personalizações cinema a cinema, cidade a cidade. Selecionar os títulos que julgarmos que agradaria à maioria e pronto. Ou deixaríamos os cinemas designarem o que fica mais fácil para eles.

Só que acreditamos no processo de escolha pelas mães e entendemos que a diversidade de gostos pode ser respeitada, mesmo que dê trabalho.


Às vezes, parece que alguém "manipulou" o resultado, eu sei. Mas tenha certeza, não mexemos no desejo das mães. Há fatores que entram em jogo fazem com que o vencedor de uma enquete, mesmo ganhando de lavada, não entre em cartaz no CineMaterna. Pode ter saído de cartaz, como foi o caso de Rogue One - Uma História Star Wars. O filme estreou próximo ao Natal e quando pedimos o filme, duas semanas depois, já estava saindo de cartaz. Foi uma decepção para nós também. Ouvimos alguns protestos veementes, que poderíamos ter evitado se estivéssemos optado pelo caminho seguro de nem colocar este título em enquete. Ficaríamos na eterna dúvida se deveríamos ter ao menos tentado.

O mesmo filme também pode se repetir em mais de um cinema na mesma cidade. Queríamos ter filmes inéditos sempre, mas a oferta de estreias não é suficiente. Por exemplo, atualmente, Minha Mãe é uma Peça 2 domina as sessões, a maioria, re-ple-ta de famílias com bebês. Agora que estreia La La Land, dá para trocar o filme? Colocamos em enquete, ganhou algumas, mas tivemos negativa por parte de um cinema, decepção que me inspirou a escrever aqui. Recusaram porque a sessão de La La Land é às 16h e não às 14h, horário do CineMaterna. Insisto com a rede de cinemas, quase de joelhos, sabendo a trabalheira que é operacionalizar a sessão de um filme em um horário diferente dos demais dias da semana. A negativa é reiterada, pois em janeiro, alta temporada, os cinemas ficam lotados e os pedidos especiais não podem ser atendidos. Compreensível.

Quando negociamos com os cinemas também ficamos na torcida para conseguir colocar em cartaz o maior número de títulos favoritos do público nos cinemas. O objetivo do CineMaterna é reintegrar as mães recém-nascidas à vida social através de um programa cultural que, para ser bacana, requer um filme interessante para elas. Não é o nosso gosto para filme que conta, não é achômetro. É a escolha da maioria, que precisamos encaixar na programação e logística dos cinemas. Em 90% dos casos somos bem sucedidas. Nos 10% restantes, lamentamos, mas não desanimamos e seguimos com nossa nobre missão!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Que venham as Festas!

2016 foi um ano difícil, de crise econômica, política e de valores. Enfrentamos dificuldades também, mas as mães com bebês nos mantiveram em alto astral.

Conseguimos que 18 novos cinemas que passassem a ter CineMaterna, mantendo nossa média de crescimento anual. Acrescentamos sete cidades: Bauru (SP), Campos dos Goytacazes (RJ), Contagem (MG), Cuiabá (MT), Macapá (AP), Nova Iguaçu (RJ) e Taubaté (SP).

Agora vamos descansar, para em 2017 seguirmos firmes e fortes em levar alento, conforto e carinho para as mães recém-nascidas.

Para você que nos acompanha, como público, parceiro ou patrocinador, nosso mais sincero agradecimento!

(clique na figura para ampliar)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Veterana de CineMaterna

Fernanda Almeida, com sua filha, Estela
Fernanda Almeida é carioca e mãe de duas meninas. Ela nos escreveu agora, no encerramento do ano, coroando nosso trabalho. Ficamos muito comovidas, pedimos sua autorização para postar aqui e dividir nossa alegria.

Gostaria de compartilhar minhas impressões sobre o CineMaterna. Hoje foi nossa décima sessão. Nem preciso dizer que adoro! É, sem dúvida, o dia mais esperado da semana! Minha bebê hoje tem quatro meses e já está totalmente acostumada. Já fui com minha filha mais velha, com meu marido e sozinha com a bebê. Vi mais filmes esse ano depois do nascimento do bebê do que antes!

Queria agradecer toda a equipe envolvida no projeto, desde quem nos auxilia nas salas, até quem faz a negociação com os cinemas.

Realmente o trabalho de vocês é fundamental para o nosso bem estar no período pós-parto!

Um muito obrigada a todos, meu e da Estela!

Fernanda, muito, muito obrigada pelo carinho. Acreditamos no que fazemos, mas seu depoimento é especial porque você é mãe assídua, de "duas gerações", e isso endossa que nosso "nível de cuidado e aconchego" está consistente. Foi nosso presente de Natal!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Poses, caras e bocas

Acreditamos no riso, investimos na diversão. Ir ao cinema é entretenimento. Claro que por vezes enfrentamos dificuldades no trabalho, mas sempre buscamos encontrar o lado lúdico. Com você, imagens de um trabalho divertido.












segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O que o CineMaterna faz?

Afinal, o que faz o CineMaterna? Depois de oito anos, eu diria que o CineMaterna:

_ desafia as mães a tomar coragem e sair de casa, ela e o bebê
_ é um momento familiar onde todos podem curtir o bebê e se divertir
_ deixa as mães felizes porque elas têm um programa para elas
_ é um espaço de maternagem livre
_ ajuda as mães a se sentirem parte de um grupo e identificadas
_ promove encontros
_ é uma oportunidade de troca de experiências sobre a maternidade e o puerpério
_ devolve a vida social às mães recém-nascidas
_ apoia a amamentação

Imagens de algum CineMaterna Brasil afora

_ é um programa entre amigas que viraram mães
_ é um programa entre mães que viraram amigas
_ é um programa para quem virou mãe e está sem companhia
_ proporciona um respiro na rotina da família
_ reforça o vínculo entre mães, pais e bebês
_ proporciona relaxamento em um ambiente acolhedor
_ é um espaço para aprender, ensinar e apoiar
_ é uma experiência inusitada

Ah, CineMaterna também é cinema. Mas isso é por acaso.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Nosso logotipo é pink

Uma pitada cor-de-rosa no dia de hoje, dado pela Carol Troque, nossa designer, que encontrou este texto na internet. Editei e "nos acrescentei".

Significado do rosa / pink em logotipo:

Psicologicamente, rosa está associada com a compaixão, carinho, amor e romance.

Os pilares do CineMaterna segundo o público, as voluntárias, e a equipe da matriz são, respectivamente, cuidado, amizade e carinho (pesquisa interna realizada em 2014).

Relaciona-se com o amor incondicional e compreensão, e a dar e receber carinho.

Maternidade é amor, compreensão e carinho. Mesmo que percamos a paciência e as estribeiras de vez em quando.

A cor rosa coloca as pessoas em contato com o lado do carinho de si mesmos, quer através da necessidade de receber ou a necessidade de dar.

Através do voluntariado praticamos o acolhimento, seja por palavras, gestos ou simplesmente, um olhar.

Quanto mais profunda a cor de rosa, mais paixão e energia.

Somos apaixonadas pelo que fazemos. Amamos os agradecimentos e olhares amigos, sofremos com as agressões das palavras mal colocadas, enfim, somos humanas. Seguimos em frente porque acreditamos que fazemos diferença neste período tão crucial e delicado da vida de uma família.

Na psicologia das cores, rosa é um sinal de esperança. É uma cor sentimentos quentes e reconfortantes inspiradoras positivas, uma sensação de que tudo vai ficar bem.

É isso que tentamos transmitir às mães recém-nascidas: a sensação e o conforto de que tudo vai ficar bem.

Em resumo, eis o propósito do CineMaterna:

Somos especialistas em mães recém-nascidas porque já passamos por isso.

Não importa quantos anos ela tem, se é o primeiro ou o quarto filho. Cada pós-parto é um pós-parto, cada licença é uma licença, cada bebê é um bebê.

Esse é um momento especial, porém de muita vulnerabilidade: a mulher corta o vínculo com o mundo real para servir e estabelecer vínculo com o seu bebê. Nós podemos ajudá-la a equilibrar a mãe e a mulher dentro dela e reintegrá-la na sociedade através da cultura, de atividades, de conteúdo e de produtos.

O CineMaterna é feito essencialmente de mães, gente que sabe o que é ir dormir mulher e acordar mãe de um bebê que não vem com manual de instrução.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Agito aos 18 meses

Recebemos esta mensagem hoje de manhã da Renata, mãe de São Paulo, para aquecer o coração:

Minha mensagem é apenas para, mais uma vez, elogiar a iniciativa de vocês e também para me despedir. (...) Meu filho está com 1,5 ano e o título do filme foi premonitório de como seria a sessão: "Inferno". 
:-) O menininho não parou quieto... Cinema, para ele, agora, acho que ainda vai demorar um pouquinho. Uma pena, porque adoro o clima das sessões. Bom, mais uma vez, parabéns pela iniciativa e muita força! Obrigada, obrigada e obrigada!

De nada, de nada, de nada, Renata. Em sua homenagem, reuni algumas fotos de diversas cidades, de bebês em fase semelhante ao do seu menino, a do "agito".








Obs: Inferno é um filme com Tom Hanks, baseado no livro de Dan Brown. O longa de suspense tem como pano de fundo o universo de Dante Alighieri, autor de "A Divina Comédia", uma das mais famosas obras literárias do mundo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Saudade de bebê

Outro dia, conversando com uma amiga que têm filhos da idade dos meus, ou seja, passadas da "fase bebê" há alguns anos, fiquei recordando do que mais amava dessa época:

- O cheiro de bebê
- As gargalhadas
- A carinha de anjo quando dorme
- O beiço pré-choro
- O toque da pele
- A sensação do peito formigando quando o leite era sugado
- Quando dormia nas posições mais estranhas (e fofas)

Meu filho Max aos dois meses, há quase nove anos...

- As pernas gorduchas se agitando de alegria
- Quando levava o pé à boca
- A "pescaria" quando lutava para não fechar os olhos
- O bafinho de leite
- As pequenas evoluções de cada dia
- Quando começou a efetivamente se comunicar, seja nos entendendo, seja balbuciando pequenas sílabas
- Os pés fofíssimos
- Segurar um pacotinho no colo (mato a vontade no CineMaterna)

(* editado: claro que depois que postei, lembrei de outras coisas que tenho saudade - mas resolvi me conter, ou não termino nunca)

Do que não sinto saudade? Nem preciso dizer, quem é mãe vai saber.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Um avião para chamar de "nossa"

Ela é nosso avião. Assim, sem erro de concordância de gênero. E não é porque trabalhou na Embraer - isso só legitimou o trocadilho. A caçula da turma, a mais nova em idade e recém-chegada na matriz do CineMaterna, Marcela Santos embarcou no momento em que percebemos que nossa demanda de informática - no site e no sistema administrativo - é tão grande, que precisamos de uma pessoa para trabalhar exclusivamente com isso.

Se é para trabalhar no CineMaterna, por que não uma desenvolvedora que seja mãe? Sabíamos que não seria fácil: este mercado é dominado por homens e ainda buscávamos uma que entendesse de C#, com experiência em ASP.NET MVC, SQL Server e AngularJS. Não entendeu nada? Nem eu. Bastava a candidata compreender.

Fui pro mercado, mais especificamente para um grupo de mães empreendedoras chamado Maternativa. Postei sobre a minha necessidade e em alguns dias, DUAS candidatas! Encontrei não apenas uma, mas duas agulhas no palheiro! Ambas foram entrevistadas pelo nosso antigo desenvolvedor, tiveram encontros pessoais comigo e Taís Viana (nós, fundadoras do CineMaterna), fizeram testes técnicos com casos práticos e concluímos estar diante de profissionais muito competentes, dentro do perfil que buscávamos. Tomamos uma decisão nada fácil, com o coração na mão por ter que abdicar de uma delas.

Marcela é mãe da Lara, que ainda não tem um ano, e rapidamente nos mostrou que não nos arrependeríamos da escolha. Claro que não! Na entrevista em que a conhecemos pessoalmente, seus olhos brilharam e sua voz embargou quando falou do CineMaterna e sua vontade de trabalhar conosco.

Foi apresentada às demais mulheres da matriz do CineMaterna em uma reunião que temos bimestralmente, normalmente virtual, mas que seria presencial por estarmos comemorando nossos oito anos. Marcela veio com "traje de vida corporativa" (camisa, calça social e salto) e até rimos disso. Ganhou um crachá pink e na próxima vez que nos virmos, estará com roupas informais - e esperamos que muito feliz. Porque nós estamos radiantes!

Marcela, à direita, conversando com a Gláucia Colebrusco
em seu primeiro encontro na matriz do CineMaterna 
Matriz do CineMaterna em um almoço coletivo

Taís e eu, fundadoras do CineMaterna, "fazendo aniversário"

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Maternidade política

Mulher, muito jovem e articulada no Congresso Nacional, Manuela D'Ávila chamou atenção do Brasil há 10 anos. Iniciou sua carreira política no movimento estudantil, foi vereadora em Porto Alegre, deputada federal por dois mandatos, concorreu à prefeitura gaúcha e atualmente é deputada estadual em sua cidade natal. E há quase um ano, é mãe de Laura.

Manuela D'Ávila e sua filha Laura
Reprodução Instagram
@leisdelaura
Há alguns meses recebi reprodução de um post de Facebook da Manuela, com uma foto sua no CineMaterna. Laura ainda era bem pequena, mãe, filha e enteado estavam "estreando" no cinema. Sabia que Manuela tinha tido uma filha, mas não estava acompanhando sua trajetória, nem como deputada, nem como mãe. Naquele dia, fui pesquisar um pouco mais e comecei a seguir o Instagram em que Manuela posta fotos e reflexões sobre sua maternidade. Como figura pública, seus pensamentos têm repercussão importante.

Observo atentamente sua forma de levar a maternidade para o cenário político. Laura a acompanha em vários compromissos, mama quando necessita, e desta forma, Manuela foi mostrando uma maternagem que inclui a amamentação em livre demanda e exclusiva até os seis meses, o babywearing, o quarto montessoriano, a introdução de alimentos e descobertas com o Baby Led Weaning (BLW). Com seus posts foi abordando outras campanhas: doula e parto, a importância da primeira infância, doação de leite humano, empreendedorismo materno. Assuntos, descobertas, sentimentos e conquistas de uma mulher que virou mãe e que concilia a maternidade com sua carreira.

Recentemente, uma foto sua trabalhando e amamentando rodou o mundo.

Reprodução Instagram
@leisdelaura

Nós do CineMaterna AMAMOS esta atitude. Queremos mais mulheres na política para mudar o mundo! Independente de partido político, mais amor e mais empatia, por favor.

Obs: quando avistei Manuela no CineMaterna na semana passada em Porto Alegre, não resisti, me apresentei e pedi um registro. Era para ilustrar este texto, que vinha sendo elaborado há meses e finalmente, pôde ser escrito.

A partir da esquerda: Guilherme (enteado), Duca Leindecker (marido),
Manuela D'Ávila com sua filha Laura e eu

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Oito, prosperidade!

Oito anos de CineMaterna hoje, três de agosto. E será comemorado assim:

_ Carol Troque fará as artes de banner e divulgações diversas. E ainda vai checar quais materiais precisam ser repostos nas sessões, empacotar e despachar.

_ Gisele Silva estará na internet buscando conteúdo para a página do CineMaterna, respondendo dúvidas, críticas e acolhendo sugestões do público em nosso Facebook e e-mail.

_ Gláucia Colebrusco estará em uma sessão, conversando com as voluntárias, ajudando-as no que for necessário, recebendo as mães e batendo muito papo.

_ Juliana Freire estará fazendo pagamento a algum fornecedor ou voluntária. Ou emitindo notas fiscais e fazendo cobrança. E principalmente, controlando os gastos.

_ Karina Campo estará em ligação com algum dos 80 shoppings patrocinadores regionais. Ou se dedicando a um e-mail explicativo. E ainda encontrará tempo para verificar a comunicação dos shoppings sobre o CineMaterna.

_ Kika Cardoso, estará revisando contratos e cartas-acordo que envolvem o CineMaterna, sempre minuciosamente.

_ Ligia Ximenes irá conferir as enquetes feitas pelo Edu Fernandes, "nosso" crítico de cinema. Vai produzir o texto do e-mail marketing semanal com a programação da próxima cine-semana. E ainda cuidará do site do CineMaterna.

_ Maria Rita Barbi estará negociando a forma mais bacana de deixar os patrocinadores satisfeitos, criando propostas inusitadas, garantindo que as ações sejam implementadas.

_ Tatiana Storni estará fazendo listas de conferência: de calendário de sessões, de materiais em estoque, de chek-lists de eventos. Fará o pente fino para que tudo aconteça como planejado.

Taís Viana, uma das fundadoras desta ideia maluca de tirar as mães recém-nascidas de casa, estará pensando no futuro do CineMaterna, na sustentação econômica. Já eu, Irene Nagashima, a outra doida, estarei conferindo se as sessões estão acontecendo com o carinho que almejamos e corrigindo falhas na rota.

Sem demagogia, comemoramos trabalhando para um mundo mais compreensivo e acolhedor para as mães recém-nascidas. Acreditamos, de verdade, que mães felizes geram um mundo melhor através de seus filhos.

MATRIZ do CineMaterna em foto recente
Em pé, Karina
Sentada a partir da esquerda, Tatiana, Irene, Gláucia, Taís, Ligia e Carol
À frente, Gisele, Juliana (de óculos), Maria Rita e Kika